quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Como o forró surgiu na sua vida?

Queridos 43 seguidores e prováveis leitores,
desculpem-me pelo sumiço, prometo que vou voltar a postar com mais frequência em breve.

A ideia do post de hoje surgiu durante o show do Dominguinhos no dia 7 de novembro no Arena. Eu estava esperando o show começar, lá pertinho do palco e ouvi uma conversa atrás de mim entre forrozeiros, como boa jornalista curiosa. A única frase que ouvi com clareza chegou a mim como uma daquelas lâmpadas que aparecem nos personagens de desenho animado quando eles têm alguma ideia. "Você já parou para pensar como o forró surgiu na sua vida?", questionou aos colegas a forrozeira Amanda Vasconcelos. Eu me virei, perguntei o nome dela e disse que aquilo ia parar no blog. Acho que ela não entendeu muito bem, mas deixou eu usar a frase, desde que citada a fonte.

Então, caros leitores, resolvi curiar a vida de vocês. Quero saber como o forró surgiu na sua vida. Para incentivar a participação de todos, começo dando o exemplo e, de forma beeeem resumida, conto minha história.

Ouvia Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Alceu Valença e Elba Ramalho desde pequena em casa. Tive o CD do Falamansa e do Rastapé. Mas virei forrozeira mesmo só em julho de 2007. No início do ano, depois de meses dançando salsa, resolvi fazer aula de forró na UnB. Aprendi uns passinhos básicos e comecei a querer mais. Fui mais vezes ao forró, comecei a baixar músicas, enfim. Um dia, fuçando no orkut, descobri que existia um tal de Festival de Forró de Itaúnas. Um lugar bonito, na beira da praia, onde haveria um monte de gente que gostava de forró. Resolvi arriscar, literalmente. Sem conhecer uma só pessoa da excursão, paguei pra ver, mesmo sozinha e morrendo de vergonha. No ônibus, a caminho do paraíso, colocaram uma gravação velhíssima da Marinês cantando "Desabafo". Vi que eu era um peixe fora d'água porque nunca tinha ouvido aquilo, enquanto todo mundo cantava junto. Achei lindo aqueles jovens curtindo uma coisa tão antiga e simples. Considero que, a partir daquele momento, passei a ser oficialmente uma forrozeira! o resto é história, muita história. E, por acaso ou não, a música "Desabafo", gravada pela Marinês, é o toque do meu celular hoje...

Agora é com vocês. Coloquem suas histórias nos comentários!

22 comentários:

delio disse...

entrei na academia de forró pra aprender dançar forró porque minha namorada da época queria ir poro forró e eu não sabia dançar. depois de 2 meses fazendo aula o namoro acabou. então resolvi continuar no forró. e minha ex namorada nunca mais foi no forró pra não me encontrar. agora não se mais viver sem ele. minha vida é só no forró mesmo.

Cris ॐ disse...

Fazia parte de um grupo circense em Minas, e por isso sempre estive envolvida com ritmos e cores da cultura popular brasileira e claro o forró.
O vicio mesmo começou em 2002 quando comecei a namorar um forrozeiro.
Quando terminamos um amigo me levou para conhecer o forró de BH. "ôoooo minas gerais quem te conhece não esquece jamais!" Daquele dia em diante era de quinta a sábado pegando estrada só por causa do forró. Pois é, estrada... rsrs Morávamos em 7lagoas e até lá eram quase 1 hora.

Mudei para Brasilia em 2004 e no primeiro forró dancei com o Willian (claro que não o conhecia na época!) Ele com certeza não lembra disso e eu tb não lembraria se não fosse pelo porte físico do garotinho que é inconfundível. rs A cada passo esse bicho falava do forró do faiscada, o melhor forró: faiscada, faiscada e mais faiscada... E fui conhecer o tal forró faiscada! E sem dúvida era o melhor! *momento nostalgia*

E é isso... quase 9 anos de forró. Nossa! Tô velha! =/

Muito bom esse post Dri! Lembrei agora que esse amigo fazia excursões para Itaúnas e sempre me chamava para ir. Nunca ia porque não gostava de viajar com excursões (msm q fosse para a "capital do forró!"). E quando tive a oportunidade de conhecer, levei uma excursão com 2 ônibus... kkkkkkkkkk

Carlos Caddah ( DJ_CaDDaH ) disse...

Bom Galerinha, comecei a ir no forró por causa de um termino de namoro! Caso Alguem tenha passado por isso! poisé meu irmao me levou pro arena lembro foi meu primeiro forró nao sabia dançar nada! :| então fui aprendendo com os amigos
CEARÀ PEPEW Xokito MIchel e as meninas que não lembro o nome e assim foi gostando hoje virei DJ de forró pé de serra e estou hoje atualmente, no caribeño e já toquei no arena, algumas vezes!

é isso ae foi amor a primeira vista!

Leuton disse...

Bem... Eu vi algumas vezes o nosso Rei do Baião (Mestre Lua) abrindo fronteiras no sudeste aparecendo no saudoso programa do Chacrinha (“tô velho hein...[rs...rs]”), mas aquele ritmo não me encantava não, ainda mais o Mestre Lua com aquele estilo de Lampião que ele tinha, com cartucheira e tudo, depois ele ficou mais light. Eu só conhecia uma música que era Asa Branca. Depois disso veio o fenômeno Falamansa que estorou no final dos anos 90, resgatou o Forró Pé-de-Serra, aí sim, eu aprendi a gostar do gênero, mas a paixão só aconteceu mesmo já em 2005, foi quando o banco que eu trabalho fez um projeto de qualidade de vida para os seus empregados e ofereceu no final do expediente aula de dança de salão. Um dia era bolero, outro samba de gafieira, outro forró... E como homem não aprende duas coisas ao mesmo tempo, eu optei por aprender a dançar forró e virou a minha paixão. O resto dessa história muitos já conhecem e quem não conhece é só me procurar todas as sextas no Forró Ispilicute que eu conto com o maior prazer. Abraços DJ Lêu

Cris... disse...

Sempre gostei de música, seja qual for... Ouvia em casa Dominguinhos, Alceu, por influência de minha mãe, piauiense, mas o forró não me chamava... Estagiando em uma escola, em SP, lá em 2000, o Ricardo, um amigo muito querido, me entregou um CD feito por ele, e me disse "Ouve, Cris, tenho certeza que você vai gostar... é forró!"... Muito tempo depois, ouvi o Cd uma vez e achei muito gostoso...era Rastapé...Mas nem tinha idéia de como dançar.. acabei encostando o CD, que ficou uns 8 anos no silêncio...
Na festa da minha atual empresa, ano passado, tocou de tudo, mas o som que mais gostei foi o forró, mas imagina, sem saber dar um passo direito, mal me mexi... Mas o forró não me saiu da cabeça...Coloquei na cabeça que iria aprender a dançar, e acabei entrando numa academia, que tem aulas de forró...
Na minha primeira aula, o professor, um apaixonado pelo forró, perguntou "quem nunca dançou forró na vida?" Levantei a mão(aliás, fui a única..!), ele me levou na dança, ensinando o básico praquele momento e a partir daquele instante eu senti que tinha achado o meu ritmo...Depois daquele dia, o CD do Rastapé voltou à vida,e virou o meu símbolo particular de amor ao forró... E se hoje quiser me ver dançando e feliz, me procure num forró! Hoje ouço, sinto, trabalho, acordo e durmo ao som do forró... Hoje Dominguinhos, Alceu, Elba, Zé Ramalho, os trios voltaram a tocar nos aparelhos de minha casa, e é incrível como a sensação de ouví-los é familiar e ao mesmo tempo nova, mas agora sem influência de mãe ...Esse ano, pela primeira vez, vi o Rastapé, tocando no Canto da Ema... não imaginam a emoção de ver e ouvir aquele grupo que plantou uma sementinha no meu coração.Foi de arrepiar.. E agora que brotou, a raiz do forró entrou nas veias e não sai, nunca mais...
Parabéns pelo blog! Bjos!

Fabio Vilela disse...

Eu procurei uma academia de dança, estava querendo aprender a dançar qualquer coisa para ter um upgrade no conteúdo. POr acaso comecei a dançar forró e depois fui ouvindo a música com mais atenção. No começo eu ia pra dançar e o trio que tocava nem me importava tanto. Mas hoje é o contrário, vou para ouvir o trio e não me precupo mais em dançar demais nem em aprender passos complicados. Fiz muitos amigos nesse meio, o que fez com que o sentimento de carinho pelo forró só aumentasse.

nilson araujo disse...

Valei-me N.Senhora Dona do Tempo! Eu era guri buchudo em Campina Grande e adoraaaava escutar a parada musical das 6,00h. da matina na Rádio Borborema e desfilava no dial Jackson do Pandeiro, Luiz Gonzaga, Trio Nordestino, Elino Julião, Marinês e mais uma réca de gente. Como não se apaixonar? Mais aínda quando comecei a conviver com pessoas ligadas ao rei do baião. Aí deu a gôta serena e hoje, junto com um amigo, pesquiso e tenho em meta levá-lo ao Guiness Book como o cantor mais homenageado do mundo!
Forró é a minha loucura musical, mas só dos bons!

Sampa disse...

Eu sou o Sampa, companheiro do Ispilicute. Na realidade o forró está na minha vida há muito tempo. Apesar de Carioca, fui criado no nordeste (Recife e Fortaleza) e como lá, pelo menos naquela época, 60 e poucos, não rolava nada além de forró, acabei crescendo ouvindo o ritmo. Já a dança se manifestou com a galera do Forró Brasília, onde deixamos de ser amigos virtuais e começamos a frequentar bailes e churrasquinhos que fazíamos com a intenção de nos conhecermos melhor. Nesses encontros as meninas começaram a a me ensinar os passos básicos e por fim chegando ao prof. Charllys. Sou um dos fundadores do Ispilicute, junto com a Cris, o Osvaldo entre outros. Atualmente afastado por uma cirurgia, mas em processo de recuperação pra voltar às boas. Adorei essa idéia! Sampa

Virgínia disse...

Na verdade...acreditem meus queridos, eu não suportava forró rs. Morava no TO, meu avô sempre gostou muito de Luiz Gonçaga, sempre ouviu e eu sempre reclamava da música. Então quando me mudei pra Goiânia, minha mãe um dia me disse.."Vc vai ter que ir cmgo pro forró quer queira quer não, afinal não vou te deixar só em ksa." Minha nossa senhora...que vontade de voltar pro TO, lá pelo menos eu só ouvia, não era obrigada a ir! rsss Mas foi frequentando o forró aqui em Goiânia com ela, depois de muito tempo que frequentava comecei a conhecer pessoas ótimas, que gostavam muuuito de forró e começaram a me apresntar esse mundo tão fascinante do pé de serra. Hoje agradeço muito a esses amigos queridos, pois a partir de dezembro de 2004 minha vida tornou-se muito mais felicidade...pois por causa dele fiz viagens e amigos inesquecíveis. Chego a me emocionar só em falar...rs é uma paixão inexplicável! Viva o forró!

Joana Lúcia disse...

E... como nasci e cresci no nordeste é difícil determinar qnd comecei a escutar forró...
desde muito pequena ia em toda época de são joão a caruaru e campina grande com minha família.
até hoje tenho e ouço os vinis doados dos meus tios e da minha mãe, q iam sendo jogados fora, acredita?
ai a gente vai crescendo, vai ouvindo, vai descobrindo mais coisas.. e nessa aqui estou!

Aline Greicy disse...

Bom, como sou do norte de Minas (quase baiana!), e lá durante muito tempo só se tocou forró, aprendi a gostar do ritmo ainda criança, mas até me mudar para Brasília, em 2001, não me importava muito com quem estava tocando e tal, apenas gostava de escutar e dançar aquele ritmo que me envolvia.

Quando aqui cheguei passei a frequentar o Arena, e depois Ispilicute e Caribeño,mas foi só há uns dois anos que, por iniciativa própria mesmo, passei a pesquisar e valoriza mais o forró, conhecer os nomes já consagrados e também os novos talentos.

Nunca fui das mais viciadas, que vão em todos os forrós e ficam na frente do palco cantando junt. Pra falar a verdade, era até um pouco preconceituosa em relação aos mesmos grupinhos naquela tietagem toda.

Mas quando conheci melhor um desses forrozeiros e o forró me trouxe uma paixão que dura até hoje, o que ainda restava de preconceito foi embora. Hoje Itaúnas pra mim é o melhor do mundo, estar no Arena quinta à noite é quase uma obrigação, e aquele tal grupinho de tietes são pessoas cada vez mais especiais pra mim.

Durante um tempo relutei em aceitar a expressão "forrozeira". Mas o que sou, senão uma forrozeira? =D O Forró faz parte do meu dia a dia. Quando alguém pergunta o que eu gosto de fazer, é impossível não pensar primeiro em FORRÓ.

"Minha vida é só no forró, minha vida é só no forró!" =D

janainacbs2 disse...

Ahh, sempre gostei muito de forró, mas tenho um problema muito sério de timidez.. ai resolvi fazer aulinhas na unb, quando revi a dri... e começamos a frequentar o forró..
no começo gostava muito mais de falamansa e rastapé, pq era so o que eu conhecia.. e tinha até um pouco de preconceito com as bandas estranhas( naquela epoca era) que tocavam no arena e no ispilicute...
mas com o tempo comecei a gostar...
e frequentar mais...
fui a poucos faiscadas.. .mas ahhhh que saudade!
era ótimo...
hoje em dia.. nao consigo pensar em ficar uma semana sequer sem ir.. escutar...
nesse ano, viajei umas 4 vezes por esse brasil lindo para ir em festivais, roots e coisas assim... acho que todos deveriam experimentar... conhecer o nosso paraíso... e viva o forró!

Adriana Caitano disse...

Vou colocar aqui a história do Leo Castro, aquele do Faiscada, que não conseguiu postar aqui, mas me enviou por e-mail a resposta dele;

"Bom, não podia ficar de fora dessa! Tive uma influencia fortissima da familia Pernambucana que Deus me deu. Já ouvia os classicos tradicionais do nordeste(Gonzagas, Elba, Dominguinhos, Alceu, Fagner)Muito Frevo e forró desde pequeno. Mas o grande diferencial foi quando voltei dos EUA, aonde morei um ano, e estava no booom do forro universitario(99/2000). Foi quando tentando achar minha Tribo, conheci lugares e pessoas determinantes Don Tacco, Gate's pub, AABR, Marcos Assunção, Pezão etc. No Ano de 2002 conheci Caraiva, 2003 Itaunas e ai ja viu! rs rs. Depois disso Foi Faiscada..E o resto a maioris já sabe! O Mais interessante de tudo foi que pouco antes da morte de meu Avo, ele me contou todas as historias dele com Luiz Gonzaga jackson do pandeiro, Marines, Fuba de Taperoa entre outros..Ou ta no Sangue, ou energia, amor ou destino! Vai saber...Só sei que agradeço a Deus por ter me dado este caminho a trilhar"
Leo Castro (Faiscada)

Priscila disse...

Eu tinha apenas 12 para 13 anos e frequentava uma famosa feirinha de artesanatos que chamávamos de feira hippie que tinha no centro de convivência em Campinas, ali o pessoalzinho se reunia e cantavam algumas musicas de circuladô de fulô e uma mais conhecida na época que se chamava sapatilha 37. Foi amor a primeira vista pelo tilintar do triângulo. Passei a frequentar todos os sábados a partir das 11h eu batia o meu cartão e conhecia os músicos...aos domingos havia uma domingueira em um bar já fechado que se chamava PODIUM e lá fluia o forrózinho com bandas da região...mais precisamente de Campinas....conheci a música ´chamada Saudade de Itaúnas cantada pela grandiosissima Gel...ex vocalista da banda Maré de Lua. Dai pra frente...foi TUDO, só por amor ao forró...hoje tenho quase 23 anos e não abandonei minha paixão. a maior prova disso foi minha última tatuagem...desenho exclusivo de um amigo do forró...bonequinhos dançando (parecidos com o da Arena aliás)...dentro de um triangulo...com sanfona e zabumba. HUhaueh essa tatto ficou até famosa no fenfit desse ano.
Tenho que agradecer aos amigos que nunca abandonaram esse amor principalmente o Estéfano hoje um dos maiores produtores de forró daqui de Campinas e São Paulo. Na época do POdium eu o conheci como fotógrafo de um site de baladas. olha que belezinha?

Rafael disse...

Eu já gostava de forró e sempre procurava algo mais roots, minha mãe vivia com o pessoal do paraibola e eu sempre escutava, gostava do som mas não sabia dançar de jeito nenhum.( lembro do meu irmão comentando.." Esse Luiz Gonzaga é um doido ele sonhou q estava em Moscou dançando pagode Russo"- me identifiquei mais ainda)Então foram várias tentativas de me ensinarem,Fabi foi a pioneira a perder a paciencia comigo, depois fui aprender com uma amiga uns passinhos, entrei numa aula de forró q foram 2 aulas de universitario e depois virou country me revoltei e sai da aula. Depois de mt tempo frenquenteio forró da AABr e Minas, em vão sentia q faltava algo mas nem procurava até que um dia o Délio me chamou p ir ao ispilicute, cara achei meu lugar, entrei num aacademia fiquei pouco tempo mas só queria saber de pé de serra, achei q estava no lugar certo na hora certa e to até hj !!!!

Alyne Côrtes disse...

Então galera.. pelo visto a minha história no forró é a mais curta daqui... mas como tempo não significa nada e sim a intensidade dos momentos vividos, posso dizer q já me considero forrozeira..

Minha história com o forró começou verdadeiramente esse ano... quando era menor eu ja escutava um pouco, conhecia algumas musicas, mas não sabia mto sobre a existência desse ritmo dançante e contagiante... por isso considero minha história à partir desse ano.. E ela começou quando uma amiga resolveu me arrastar pro Ispilicute.. na 1ª vez não gostei mto por não estar acostumada,, mas da 2ª em diante comecei a me identificar tanto com a dança q me encantou, quanto com as musicas lindas e a galera envolvente.. Enfim, a partir desse dia decidi q esse ritmo faria parte da minha vida pra sempre.. aí veio Itaunas.. lugar lindo, mágico e de inumeras qualidades... conheci pessoas inimagináveis por mim e suas historias de amor pelo forró... e isso foi despertando em mim uma paixão sem igual... voltei de lá numa tristeza sem fim, tudo parecia tão sem graça por aqui depois de Itaunas...
Aí veio o Rootstock.. não tão mágico e envolvente quanto Itaunas... mas de uma maravilha inquestionável..
e espero q venham mtos mais...

pq agora o forró faz parte de mim, da minha vida, é meu meio social, meio de amizades pra vida toda, meio mais facil de conhecer gente nova e com a qual me identifico...
e espero q esse sentimento q surgiu dentro de mim, só cresça...
enquanto isso, só tenho a agradecer a São Luiz Gonzaga e a tantos outros mestres por terem um dia pensando e feito tudo pra q esse ritmo se propagasse...

Janete disse...

Bom...a primeira vez q fui no forró foi no aniversário de uma amiga...e engraçado que quase desisti d ir...pq nunca tinha ido no forró e tava com medo d me sintir perdida...mas eu fui!
E ainda bem q eu decidi ir...no primeiro dia já fiz grandes amizades...comecei indo as sextas...depois conheci o arena...depois fui pra Itaúnas!!!Desde então não sei mais ficar sem forró!Dei uma sumida, mas escuto forró todos os dias!!Qnd a saudade bate vou correndo dançar!!rs
E o melhor d tudooo achei um namorado forrozeiro!!!!!Td d bom!!!huahauahua

Gracielly disse...

Jamais me esquecerei o dia em que conheci o Forró Pé de Serra. Eu tinha 14 anos. Estava em uma baladinha na Av. Estados Unidos(SP) que chamava-se The Jump... Época Auge das coreografias de axê rs até que em um dos ambientes estava tocando Morena Tropicana do Alceu Valença. Eu e meu melhor amigo(até hoje) de balada nos deparamos com uma menina dançando sozinha. A príncipio eu achei estranho e até cheguei a rir dela, mas virei p/ ele e disse: Eu quero dançar assim tbm! Desde então me empenhei e aprendi! Hoje, já com 24 anos, acho uma pena não ter tantas casas de forró como nesta minha época de adolescência mas não me arrependo de nenhuma das tarde de domingo no KVA, Danado de Bom e Projeto Equilibrio. Hoje acredito que ás noites de Quarta no canto da Ema são d+!!!

Pra quem não conhece o For´ró ainda, não perca tempo e bora forrozear!

Naiara Kelly disse...

Bom, como li aqui em cima minha e história não é muito diferente...
Também era um pouco preconceituosa quanto ao forró...

Tinha duas amigas com as quais fui criada desde a infância, irmãs de consideração, que na época do “boom” do forró em Bh.. (aproximadamente 99/2000) iam sempre e sempre comentavam...
sempre estava na casa delas e as via ensaiando passinhos pra ir pro forró... na época as casas que bombavam aqui eram o Planeta, Rancho do Boi e outros que não me lembro...

Eu nunca ía porque além de ser muito nova, pensava que forró era coisa que velho... rs
Meu pai segue uma linha mais rock’n roll, é guitarrista então essa minha realidade até então...
Alguns anos depois eu com 18 anos comecei a namorar um “forrozeiro”...
O primeiro show que fui foi do Geraldo Azevedo no Lapa... amei! Porque o Geraldo tem um “Q” de MPB e MPB eu sempre amei...
Passaram-se alguns anos e eu ainda me considero naquela época leiga em relação ao verdadeiro forró pé-de-serra.
Esse meu ex namorado começou então a tentar me ensinar a dançar forró... depois que fiquei mais ou menos rs... uma paixão danada pelo forró que se transformou em amor...

A relação acabou mas o amor no forró continuo firme até hoje...
Conheci Dunas de Itaúnas em 2007 no carnaval quando arrastei a minha irmã que hoje é forrozeira também...
Lá conheci outros cantores mais roOts, que o que gosto, sempre busquei mas não achava a fonte...
Voltei em Dunas no festival, quando o Trio Dona Flor foi campeão e inclusive estávamos na mesma pousada que elas...

Em Dunas fiz muitas amizades que se perduram até hoje na minha vida...
E depois fui conhecendo outros forrozeiros e fazendo mais amigos ainda...
2009 participei do Rootstock, sem comentários aquele festival...
Hoje vou no forró pelo menos uma vez por semana... escuto diariamente...
E quando não dá pra ir, sinto uma faltaa...
Uma coisa!
Mas logo dou um jeito de ir de novo...
Hoje me contento em ir sem dançar... só pra ficar escutando boa música e acompanhada dos amigos...
Pra mim, nada substitui isso...
Beijos e a Adriana parabéns pelo blog!

toinsane disse...

Sempre que surge essa pergunta em alguma conversa eu respondo: "O que eu estava fazendo 26 anos da minha vida, que não aqui ouvindo e dançando forró!".

Até então me identificava apenas com rock, e assim como todo rockeiro que hoje tento arrastar pro forró tinha um enorme preconceito. Mas me lembro muito bem do primeiro dia que fui ao forró arrastado por uma amiga. Me lembro que tinha me arrumado todo para sair com ela, e ela falou: "Voce esta muito arrumadinho pro forró!", nós estavamos indo ao Calaf (casa de reboco, na época), eu tinha acabado de sair de um relacionamento e queria conhecer pessoas novas. Quando cheguei não pude deixar de fazer uma cara de desaprovação pois de fato não foi da noite pro dia que o som do forró tocou como musica nos meus ouvidos... mas quando vi a galera dançando e curtindo, decidi tentar aprender... e nessa brincadeira de querer aprender a dançar forró, esse ritmo virou parte da minha vida. Simplismente não consigo ficar 1 semana sem dançar/ouvir esse ritmo tão viciante. Apartir desse dia comecei a frequentar todos os forrós de Brasília sendo bom ou "ruim". Agora só me falta Itaúnas para me considerar um verdadeiro forrozeiro, ou como eu costumo dizer, "Me formar em forró", e ai sim posso me considerar um forrozeiro.

Abraço a todos e tome Baião!

Anita Marques disse...

Eu morava no litoral norte de São Paulo na época e tinha por volta de 15 anos quando Bicho de Pé, Circuladô de Fulô e Falamansa eram modinha. Os meus amigos da escola se reuniam na praia pra tocar e dançar, e eu estava lá!
Quando fui morar em São Paulo eu deixei o "forró", comecei a namorar, mas às vezes ainda gostava de ouvir. Um colega meu, filho de professora de dança, vivia dizendo que existia uma casa de forró em Pinheiros, para irmos um dia... enfim, saí da faculdade no 2º ano e nunca tinha ido. Até o dia em que meu filho foi ficar com o "pai" no fds e eu resolvi que não ficaria sozinha em casa chorando. Me arrumei e fui sozinha pro Canto da Ema, e desde então não consegui mais deixar o forró. Fui me apaixonando e viciando cada dia mais... fui pesquisando a respeito e conheci um pessoal que fazia parte de um chat do forró, então fiz bastante amigos. Mais tarde descobri o FENFIT, porém só consegui ir em 2011.
Hoje moro em Araçatuba e o forró ta me fazendo um falta tremenda, mas procurando na agenda de todos os músicos pra saber quando estarão aqui na região... aí vou correndo dançar com meu marido, que aliás conheci no forró! rsrsrs

Delmou disse...

Forró pé-de-serra...tenho até palpitação quando escuto isso.
Sempre gostei de ritmos brasileiros, justamente por fazer os pés mexer, mesmo sem querer.
No final de 2008 fui sozinho a um lugar que hoje pra mim é sinonimo de alegria.
Uma noite até então igual as outras, de "balada" e no meio do caminho passei pelo "Canto da Ema" que fica na capital paulista.
Lembro-me que eu parecia um peixe fora d'água, fiquei ali parado, vendo aquela galera toda dançar...só importava dançar.
Resolvi então arriscar e mesmo sem dar nenhuma "voltinha" me apaixonei.
Voltei outras milhões de vezes, acompanhado...muitas vezes sozinho...
Em 2010 tive o privilégio de ir para o Rootstok...chorei e choro até hoje (estou chorando agora) só de pensar no forró.
Acho que fica aqui uma história e também a alegria...VIVA O FORRÓ