Um dia desses, vi um acalorado debate em um grupo de e-mails de forrozeiros de Brasília e resolvi participar. Prefiro sempre falar de música neste blog, mas abri uma exceção para a dança porque achei interessante.
Um colega reclamou das cotoveladas, dos chutes e pisões no pé que costumamos receber num salão de dança de forró. Ele dizia:
"E o pessoal que atravessa a pista de dança, sem o menor respeito pelos dançarinos? E a galera que não dança, mas fica na pista, de garrafa na mão, ocupando um espaço, escasso, precioso? Estes dias vi uma dama ter a unha do dedão do pé ser praticamente arrancada pelo um pisão de uma outra dama que vivia seu momento de 'estrela'. (...) Minha pergunta aos dançarinos que sabem muito: É realmente necessário fazer acrobacias? Mesmo sob o risco de machucar alguém? E aos que não dançam: porque ficar esperando na pista? Porque tomar o lugar reservado à dança? E aos que atravessam a pista, quando poderiam dar a volta: Pra quê? Talvez, seja o momento de começarmos a criar um código de conduta do forrozeiro, para todos possamos nos divertir cada vez mais e melhor. E aprender maneiras de lidar com os 'bad-forrozeiros'."
Minha resposta (não tô me achando, só dizendo o que acho):
Para tudo é preciso ponderação..
Vamos observar os vários lados da história.
Comecemos por quem só quer dançar. É claro que é chato ter alguém atrapalhando as piruetas, as voltas e os passos no geral. O ideal para essa pessoa, então, é procurar um lugar menos movimentado para dançar. Tente afastar-se do palco, onde fica mais gente, e, se você realmente gosta de movimentos maiores, não precisa parar de dançar do seu jeito. É só, como dizem, olhar no retrovisor e respeitar quem está do lado. Ninguém é obrigado a abrir uma rodinha só pra você dançar. Mas também ninguém tem o direito de te impedir de dançar. Então, procure um espaço onde fique mais à vontade.
Agora, para aqueles que gostam de ficar paradinhos com a garrafa na mão. Ora, às vezes, essa pessoa não sabe dançar ou tem vergonha e está ali exatamente para observar. E qual o melhor lugar para isso? Perto de quem está dançando! Nesse caso, esse colega pode procurar um lugar estratégico, nos cantos, de preferência, para observar sem ser pisoteado nem esbarrar nos outros.
Quem gosta de caminhar pelo salão: bom, não vejo total problema nisso. Todo mundo sabe que o caminho mais curto para o outro lado é uma linha reta. Mas isso tem consequências. Imagine que você está atravessando uma rua movimentada. Tem que olhar para os lados e ficar atento a todos os veículos para não ser atropelado, certo? Então, se quer se arriscar, tenha o cuidado de não atrapalhar a dança dos outros.
Principalmente o forró de Brasília, tem ainda um universo de pessoas atípico: o de forrozeiros mais apaixonados pela música do que pela dança. São aqueles que gostam de curtir o show, cantar junto, ficar ali pertinho tietando, vibrando, pulando. Eles evitam atrapalhar os dançarinos, mas não tem muito jeito. Se querem ver o show de perto, como podem ficar longe só pra deixar alguém dançar? Esse caso pede paciência dos outros. Volto ao primeiro conselho: quem quer só dançar, procure um lugar mais arejado e espaçoso. Quem quer curtir o show, tente não ficar no meio do salão também, para evitar conflitos.
Lembrem-se: o forró é e tem que ser um espaço democrático. Todos têm direito de dançar, curtir, pular e cantar, tudo com cuidado, respeito e atenção. Desse jeito, todo mundo sai ganhando.
Só mais uma coisinha: meninas, por favor, eu sei que um salto alto deixa qualquer uma mais elegante, mas no forró a melhor pedida é sempre uma boa sapatilha. Faz bem para os seus pés, que ficam menos cansados no fim da noite, e para os dos outros, que não saem sem unha ou sangrando... Além de tudo, a sapatilha está super na moda e os meninos já sabem que quem usa sapatilha é porque é forrozeira, ou seja, mais chance de ser chamada para dançar! Fica aí a dica!
Abraços a todos!
Dri Caitano - http://forropedeserradf.blogspot.com
Ouça uma rádio de forró online:
quinta-feira, 26 de março de 2009
terça-feira, 24 de março de 2009
Sexta: Os Três do Nordeste, também no Fulô do Sertão
Nesta sexta, o restaurante Fulô do Sertão recebe uma atração que é a cara do lugar. Os Três do Nordeste chegam lá do sertão para trazer o melhor do forró pé-de-serra para Brasília. A apresentação começa às 20h e o couvert é de R$ 10.
Em 1969, os nordestinos Parafuso, Zé Cacau e Zé Pacheco uniram-se para montar o Trio Luar do Sertão. O grupo, que em 72 passou a se chamar Os Três do Nordeste, foi apadrinhado por ninguém menos que Jackson do Pandeiro, o Rei do Ritmo, como relatado na contra-capa do disco lançado em 1975: “Jackson chegou para Abdias e, com seu jeitão bem paraibano, falou: - Taí, Baixinho. Se tu quiseres ouvir três cabras bons, danados e lançar um elepê, é só me dizer que eu trago eles aqui.”
A referência de Jackson foi o empurrão essencial para o crescimento do trio que já tem quase 40 anos de carreira. Ao longo desse período, passou por cinco mudanças de formação. Um dos vocalistas, que ficou 10 anos na função, foi Mestre Zinho. Hoje, Parafuso continua na zabumba e faz os shows ao lado de Deda, vocalista e trianguleiro, e Adriano, sanfoneiro.
Os Três do Nordeste são os responsáveis pelo sucesso de clássicos da música brasileira, como É Proibido Cochilar, Por Debaixo dos Panos, Da Boca Pra Fora, Forró do Poeirão, Forró de Tamanco, Homem com H, O Melhor Forró do Mundo, Osso Duro de Roer, Cama Fofinha, Pra Virar Lobisomem e Amor Sobrando. Ao todo, foram mais de 40 discos gravados, todos repletos de canções até hoje reproduzidas por forrozeiros de todos os cantos.
Serviço:
Sexta-feira (27/03)
Os Três do Nordeste (PE) – forró pé-de-serra
Local: Restaurante Fulô do Sertão - 404 norte bloco B
Horário: A partir de 20h
Couvert: R$ 10
Informações: 3201-1029 ou www.fulodosertao.com.br
CI: livre
Em 1969, os nordestinos Parafuso, Zé Cacau e Zé Pacheco uniram-se para montar o Trio Luar do Sertão. O grupo, que em 72 passou a se chamar Os Três do Nordeste, foi apadrinhado por ninguém menos que Jackson do Pandeiro, o Rei do Ritmo, como relatado na contra-capa do disco lançado em 1975: “Jackson chegou para Abdias e, com seu jeitão bem paraibano, falou: - Taí, Baixinho. Se tu quiseres ouvir três cabras bons, danados e lançar um elepê, é só me dizer que eu trago eles aqui.”
A referência de Jackson foi o empurrão essencial para o crescimento do trio que já tem quase 40 anos de carreira. Ao longo desse período, passou por cinco mudanças de formação. Um dos vocalistas, que ficou 10 anos na função, foi Mestre Zinho. Hoje, Parafuso continua na zabumba e faz os shows ao lado de Deda, vocalista e trianguleiro, e Adriano, sanfoneiro.
Os Três do Nordeste são os responsáveis pelo sucesso de clássicos da música brasileira, como É Proibido Cochilar, Por Debaixo dos Panos, Da Boca Pra Fora, Forró do Poeirão, Forró de Tamanco, Homem com H, O Melhor Forró do Mundo, Osso Duro de Roer, Cama Fofinha, Pra Virar Lobisomem e Amor Sobrando. Ao todo, foram mais de 40 discos gravados, todos repletos de canções até hoje reproduzidas por forrozeiros de todos os cantos.
Serviço:
Sexta-feira (27/03)
Os Três do Nordeste (PE) – forró pé-de-serra
Local: Restaurante Fulô do Sertão - 404 norte bloco B
Horário: A partir de 20h
Couvert: R$ 10
Informações: 3201-1029 ou www.fulodosertao.com.br
CI: livre
Noite nordestina no Arena do Forró, com Os Três do Nordeste e Trio Marrom
A noite do Arena do Forró desta vez é nordestina. Os Três do Nordeste e o Trio Marrom, dois grupos tradicionais vindos do sertão e responsáveis por grandes sucessos do mundo forrozeiro, animam os brasilienses com o melhor do pé-de-serra, nesta quinta-feira.
O Trio Marrom é formado por três nordestinos que se radicaram na capital paulista: o zabumbeiro baiano Geraldo Santana de Almeida (Curisco), o sanfoneiro paraibano José Luis Sobrinho e o trianglista pernambucano José Ramos Barbosa. O grupo existe desde 1994, quando lançou o álbum Meu Destino é Cantar. Mas o currículo dos integrantes é pesado. Eles trazem na bagagem participações em shows de Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Elba Ramalho e Anastácia.
Os Três do Nordeste – tradição refletida pelo sucessos de grandes canções
Em 1969, os nordestinos Parafuso, Zé Cacau e Zé Pacheco uniram-se para montar o Trio Luar do Sertão. O grupo, que em 72 passou a se chamar Os Três do Nordeste, foi apadrinhado por ninguém menos que Jackson do Pandeiro, o Rei do Ritmo, como relatado na contra-capa do disco lançado em 1975: “Jackson chegou para Abdias e, com seu jeitão bem paraibano, falou: - Taí, Baixinho. Se tu quiseres ouvir três cabras bons, danados e lançar um elepê, é só me dizer que eu trago eles aqui.”
A referência de Jackson foi o empurrão essencial para o crescimento do trio que já tem quase 40 anos de carreira. Ao longo desse período, passou por cinco mudanças de formação. Um dos vocalistas, que ficou 10 anos na função, foi Mestre Zinho. Hoje, Parafuso continua na zabumba e faz os shows ao lado de Deda, vocalista e trianguleiro, e Adriano, sanfoneiro.
Os Três do Nordeste são os responsáveis pelo sucesso de clássicos da música brasileira, como É Proibido Cochilar, Por Debaixo dos Panos, Da Boca Pra Fora, Forró do Poeirão, Forró de Tamanco, Homem com H, O Melhor Forró do Mundo, Osso Duro de Roer, Cama Fofinha, Pra Virar Lobisomem e Amor Sobrando. Ao todo, foram mais de 40 discos gravados, todos repletos de canções até hoje reproduzidas por forrozeiros de todos os cantos.
Serviço:
Quinta-feira (26/03)
Os Três do Nordeste (PE) e Trio Marrom (Nordeste e São Paulo) – forró pé-de-serra
Local: Arena do Forró / Arena Futebol Clube (Setor de Clubes Sul, trecho 3)
Horário: A partir de 21h
Ingressos: R$ 15
Informações: 9982-0123 ou www.arenadoforro.com.br
CI: 18 anos
O Trio Marrom é formado por três nordestinos que se radicaram na capital paulista: o zabumbeiro baiano Geraldo Santana de Almeida (Curisco), o sanfoneiro paraibano José Luis Sobrinho e o trianglista pernambucano José Ramos Barbosa. O grupo existe desde 1994, quando lançou o álbum Meu Destino é Cantar. Mas o currículo dos integrantes é pesado. Eles trazem na bagagem participações em shows de Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Elba Ramalho e Anastácia.
Os Três do Nordeste – tradição refletida pelo sucessos de grandes canções
Em 1969, os nordestinos Parafuso, Zé Cacau e Zé Pacheco uniram-se para montar o Trio Luar do Sertão. O grupo, que em 72 passou a se chamar Os Três do Nordeste, foi apadrinhado por ninguém menos que Jackson do Pandeiro, o Rei do Ritmo, como relatado na contra-capa do disco lançado em 1975: “Jackson chegou para Abdias e, com seu jeitão bem paraibano, falou: - Taí, Baixinho. Se tu quiseres ouvir três cabras bons, danados e lançar um elepê, é só me dizer que eu trago eles aqui.”
A referência de Jackson foi o empurrão essencial para o crescimento do trio que já tem quase 40 anos de carreira. Ao longo desse período, passou por cinco mudanças de formação. Um dos vocalistas, que ficou 10 anos na função, foi Mestre Zinho. Hoje, Parafuso continua na zabumba e faz os shows ao lado de Deda, vocalista e trianguleiro, e Adriano, sanfoneiro.
Os Três do Nordeste são os responsáveis pelo sucesso de clássicos da música brasileira, como É Proibido Cochilar, Por Debaixo dos Panos, Da Boca Pra Fora, Forró do Poeirão, Forró de Tamanco, Homem com H, O Melhor Forró do Mundo, Osso Duro de Roer, Cama Fofinha, Pra Virar Lobisomem e Amor Sobrando. Ao todo, foram mais de 40 discos gravados, todos repletos de canções até hoje reproduzidas por forrozeiros de todos os cantos.
Serviço:
Quinta-feira (26/03)
Os Três do Nordeste (PE) e Trio Marrom (Nordeste e São Paulo) – forró pé-de-serra
Local: Arena do Forró / Arena Futebol Clube (Setor de Clubes Sul, trecho 3)
Horário: A partir de 21h
Ingressos: R$ 15
Informações: 9982-0123 ou www.arenadoforro.com.br
CI: 18 anos
Trio Dona Zefa na Europa!!
Nesta semana tenho novidades legais e começo pela mais quente!
Os irmãos Ramalho do Trio Dona Zefa estão se preparando para fazer uma turnê INTERNACIONAL!!
Isso mesmo! No dia 9 de abril eles embarcam rumo à Europa! Uma produtora de lá fez uma pesquisa no Brasil e percebeu que a música Forró do Talarico tocava bastante por aqui. Eles foram atrás e descobriram o Dona Zefa.
Danilo, Murilo e Marcelo vão levar o nosso autêntico forró pé-de-serra para Londres, Barcelona, Madri, Milão, Suíça, Portugal e Paris. É a primeira vez que eles saem do país!
A produtora fechou 16 shows com eles até o dia 5 de maio. Por isso, o show deles que estava marcado aqui em Brasília para o dia 23 de abril foi transferido para o dia 28 de maio. A gente nem acha ruim, já que eles voltam cheios de histórias pra contar, né?
Notícia melhor: o Danilo está comprometido a mandar notícias e fotos frequentemente para serem publicados neste blog com exclusividade!! Ele que não fure o esquema! :P
Fiquem de olho!
Os irmãos Ramalho do Trio Dona Zefa estão se preparando para fazer uma turnê INTERNACIONAL!!
Isso mesmo! No dia 9 de abril eles embarcam rumo à Europa! Uma produtora de lá fez uma pesquisa no Brasil e percebeu que a música Forró do Talarico tocava bastante por aqui. Eles foram atrás e descobriram o Dona Zefa.
Danilo, Murilo e Marcelo vão levar o nosso autêntico forró pé-de-serra para Londres, Barcelona, Madri, Milão, Suíça, Portugal e Paris. É a primeira vez que eles saem do país!
A produtora fechou 16 shows com eles até o dia 5 de maio. Por isso, o show deles que estava marcado aqui em Brasília para o dia 23 de abril foi transferido para o dia 28 de maio. A gente nem acha ruim, já que eles voltam cheios de histórias pra contar, né?
Notícia melhor: o Danilo está comprometido a mandar notícias e fotos frequentemente para serem publicados neste blog com exclusividade!! Ele que não fure o esquema! :P
Fiquem de olho!
sábado, 21 de março de 2009
Domingo: Por Amor ao Forró na Rádio Cultura FM!
Pessoal,
Neste domingo, de 14h às 16h, estarei no programa Canta Nordeste, na Rádio Cultura Brasília (100,9 FM). Falo do filme Por Amor ao Forró, feito por mim e pelo Galton Sé, e do forró como um todo.
É possível ouvir a rádio também pelo site http://www.sc.df.gov.br/paginas/radio_cultura_fm/cultura_fm_02.htm
Valeuuu!!
Neste domingo, de 14h às 16h, estarei no programa Canta Nordeste, na Rádio Cultura Brasília (100,9 FM). Falo do filme Por Amor ao Forró, feito por mim e pelo Galton Sé, e do forró como um todo.
É possível ouvir a rádio também pelo site http://www.sc.df.gov.br/paginas/radio_cultura_fm/cultura_fm_02.htm
Valeuuu!!
terça-feira, 17 de março de 2009
Trios de forró vindos do Rio de Janeiro animam a quinta-feira no Arena do Forró
O Arena do Forró recebe nesta semana o melhor do forró carioca. Dois trios que chegam cheios de energia e são considerados promessas da nova geração forrozeira. Do Rio de Janeiro, os trios Rapacuia e Candieiro trazem o suingue e o molejo do bom carioca e se apresentam pela primeira vez em Brasília, nesta quinta-feira.
O Trio Rapacuia é novo para o público brasiliense, mas já vem com um título de peso: o de vencedor do 1º Festival de Forró de Ilha Grande, ocorrido em dezembro de 2008. A animação e a fidelidade às raízes tem cativado mais fãs a cada dia. Fernando Nazareth, o Fernandão, Rogério Lorão e Rafael Elias, o Meninão, são três cariocas amantes da cultura nordestina que se propuseram a espalhar a semente que Luiz Gonzaga plantou. Trio Rapacuia é uma alusão à música de Bezerra da Silva, que chegou a transitar pelo universo do forró-pé-de-serra.
O zabumbeiro e vocalista Fernandão morou em Pernambuco quando criança, onde teve seu primeiro contato com a cultura e o folclore nordestinos. É multi-instrumentista e criou um estilo próprio de tocar zabumba e cantar. Foi levado ao forró pé-de-serra por volta do ano 2000, com influências diversas e de outros tantos estilos musicas como: pop, rock, chorinho e soul.
Lorão também começou cedo no meio artístico,ainda criança, quando foi corista e apresentava-se com danças folclóricas da Alemanha. A paixão pelo forró veio primeiro por meio do artesanato. Ele viajava pelos festivais de pé-de-serra por aí vendendo o famoso pingente de triângulo, conhecido por quase todo forrozeiro. Um dia resolveu fazer um triângulo de verdade e tomou gosto pela música.
O sanfoneiro Meninão tem sangue nordestino nas veias. Seus pais nasceram em Exu, terra de Luiz Gonzaga, e ele começou a tocar sanfona aos 14 anos, sem a ajuda de ninguém. Hoje, aos 17 anos, arrocha o fole e mostra ao público carioca o melhor do forró-raiz. Não por acaso, foi dele o título de melhor sanfoneiro do festival de Ilha Grande, em 2008.
O Trio Candieiro nasceu numa das maiores escolas de forró do Rio de Janeiro, o “Centro Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas”, popularmente conhecido como “Feira de São Cristóvão”. Tudo começou de uma amizade entre Rodrigo Cutia (zabumba) e Lelei (voz e triângulo), quando tocavam na feira. O sonho de formar um trio estava prestes a se concretizar, mas faltava o sanfoneiro. Quando conheceram Fabiano (voz e sanfona), não faltou mais nada.
Em 2006, o trio invadiu Itaúnas no VI Festival Nacional de Forró, chegou à final e recebeu o prêmio de melhor música e poesia, com a canção “Sertão Potiguá”, considerada por muitos artistas uma nova pérola do forró.
O Candieiro já se apresentou com grandes nomes do circuito do forró pé-de-serra no Sudeste, como Trio Xamego, Trio Potiguá, Trio Pé de Serra, Filhos do Nordeste, Trio Virgulino, Trio Classe A, Trio Araripe, Trio Araçá, Mestre Zinho, Edson Duarte e com a banda Forróçacana. Todos serviram de influência também ao repertório do grupo.
Serviço:
Quinta (19/03)
Trio Candieiro (RJ) e Trio Rapacuia (RJ)
Local: arena do Forró - Arena Futebol Clube - Setor de Clubes Sul, trecho 3
Horário: a partir de 21h
Entrada: R$ 15
CI: 18 anos
Informações: 9982-0123 ou www.arenadoforro.com.br
O Trio Rapacuia é novo para o público brasiliense, mas já vem com um título de peso: o de vencedor do 1º Festival de Forró de Ilha Grande, ocorrido em dezembro de 2008. A animação e a fidelidade às raízes tem cativado mais fãs a cada dia. Fernando Nazareth, o Fernandão, Rogério Lorão e Rafael Elias, o Meninão, são três cariocas amantes da cultura nordestina que se propuseram a espalhar a semente que Luiz Gonzaga plantou. Trio Rapacuia é uma alusão à música de Bezerra da Silva, que chegou a transitar pelo universo do forró-pé-de-serra.
O zabumbeiro e vocalista Fernandão morou em Pernambuco quando criança, onde teve seu primeiro contato com a cultura e o folclore nordestinos. É multi-instrumentista e criou um estilo próprio de tocar zabumba e cantar. Foi levado ao forró pé-de-serra por volta do ano 2000, com influências diversas e de outros tantos estilos musicas como: pop, rock, chorinho e soul.
Lorão também começou cedo no meio artístico,ainda criança, quando foi corista e apresentava-se com danças folclóricas da Alemanha. A paixão pelo forró veio primeiro por meio do artesanato. Ele viajava pelos festivais de pé-de-serra por aí vendendo o famoso pingente de triângulo, conhecido por quase todo forrozeiro. Um dia resolveu fazer um triângulo de verdade e tomou gosto pela música.
O sanfoneiro Meninão tem sangue nordestino nas veias. Seus pais nasceram em Exu, terra de Luiz Gonzaga, e ele começou a tocar sanfona aos 14 anos, sem a ajuda de ninguém. Hoje, aos 17 anos, arrocha o fole e mostra ao público carioca o melhor do forró-raiz. Não por acaso, foi dele o título de melhor sanfoneiro do festival de Ilha Grande, em 2008.
O Trio Candieiro nasceu numa das maiores escolas de forró do Rio de Janeiro, o “Centro Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas”, popularmente conhecido como “Feira de São Cristóvão”. Tudo começou de uma amizade entre Rodrigo Cutia (zabumba) e Lelei (voz e triângulo), quando tocavam na feira. O sonho de formar um trio estava prestes a se concretizar, mas faltava o sanfoneiro. Quando conheceram Fabiano (voz e sanfona), não faltou mais nada.
Em 2006, o trio invadiu Itaúnas no VI Festival Nacional de Forró, chegou à final e recebeu o prêmio de melhor música e poesia, com a canção “Sertão Potiguá”, considerada por muitos artistas uma nova pérola do forró.
O Candieiro já se apresentou com grandes nomes do circuito do forró pé-de-serra no Sudeste, como Trio Xamego, Trio Potiguá, Trio Pé de Serra, Filhos do Nordeste, Trio Virgulino, Trio Classe A, Trio Araripe, Trio Araçá, Mestre Zinho, Edson Duarte e com a banda Forróçacana. Todos serviram de influência também ao repertório do grupo.
Serviço:
Quinta (19/03)
Trio Candieiro (RJ) e Trio Rapacuia (RJ)
Local: arena do Forró - Arena Futebol Clube - Setor de Clubes Sul, trecho 3
Horário: a partir de 21h
Entrada: R$ 15
CI: 18 anos
Informações: 9982-0123 ou www.arenadoforro.com.br
Despedida do inesquecível forró do Calaf
Nesta semana, os forrozeiros de Brasília tiveram uma notícia um tanto triste. O forró no Calaf vai acabar!! Os produtores da Casa de Reboco continuam na ativa, mas em outros lugares, outros momentos... Nesta quarta será a saideira, a despedida de um dos forrós mais pé-de-serra - no melhor sentido do termo - que tinha na cidade.
O forró de quarta-feira no Calaf existe desde julho de 2005. Durante três anos, o evento se chamou Forró Lorota Boa, era comandado pelo bando Lorota Boa e produzido pelo Cacai Nunes. Muitos dos forrozeios antigos guardam boas lembranças de lá do tempo em que sempre estava lotado. (Eu não sou tão antiga assim no forró, mas me lembro de ter ido lá há uns dois anos e meio, numa época bem "bombada". Foi lá também que tive meu primeiro contato com os forrozeiros mais frequentes e com a força do pé-de-serra.
Aquele lugar aconchegante sempre teve a cara do forró. Nas apresentações, os músicos pareciam mais próximos da gente (quem não se lembra de shows inesquecíveis do Mestre Zinho e do Trio Xamego lá? Até o Dió chorava!). O Calaf era o ponto de encontro dos forrozeiros pra começar a semana no pique do forró.
Em 2008, Flávio Rubens, Chico Gorman e André assumiram o forró do Calaf com o projeto Casa de Reboco (que já existia há um tempo também, mas era independente). Os meninos suavam a camisa pra conseguir chamar o público pra apreciar ótimas atrações, escolhidas a dedo. Por exemplo, eles foram os primeiros a trazer o Trio Maracaia para Brasília, antes do festival de Itaúnas (na época do Parque da Cidade)! Só que nem sempre o público correspondia em quantidade...
Mas, mesmo muito bom, o forró no Calaf chegou ao fim. Todo o esforço do pessoal que trabalhou nele tanto tempo não foi em vão, claro. Eles contribuíram muito para a concretização do forró em Brasília. Todos estão de parabéns!
Graças a Deus, o projeto Casa de Reboco continua vivo. Deve nos trazer novidades em breve, mas não será nada fixo, batendo ponto. E tudo bem ser assim, porque continua sendo forró do bom do mesmo jeito...
Enfim, a despedida é nesta quarta, com o Raízes do Sertão e o Quarteto Zabumbada, ambos do DF, a partir de 21h. Quem puder, não perca! Levem minhas boas energias aos meninos!
Serviço:
18 de Março de 2009 - Raízes do Sertão, Quarteto Zabumbada e convidados. A partir das 21 horas.
Até 22 h é R$ 5 pra todo mundo
Depois das 22h, R$ 8 Elas / R$ 13 Eles
Promoção: Envie um email para cortesiadacasa@gmail.com e ganhe descontos na entrada.
O Forró da Casa de Reboco acontece toda quarta-feira no Bar do Calaf que fica no Setor Bancário Sul Q.01 Edf Empire Center.
C.I.: 18 anos.
Mais informações: 7814-0111 / 8149-8189 / 8447-4364 - casadereboco@gmail.com
O forró de quarta-feira no Calaf existe desde julho de 2005. Durante três anos, o evento se chamou Forró Lorota Boa, era comandado pelo bando Lorota Boa e produzido pelo Cacai Nunes. Muitos dos forrozeios antigos guardam boas lembranças de lá do tempo em que sempre estava lotado. (Eu não sou tão antiga assim no forró, mas me lembro de ter ido lá há uns dois anos e meio, numa época bem "bombada". Foi lá também que tive meu primeiro contato com os forrozeiros mais frequentes e com a força do pé-de-serra.
Aquele lugar aconchegante sempre teve a cara do forró. Nas apresentações, os músicos pareciam mais próximos da gente (quem não se lembra de shows inesquecíveis do Mestre Zinho e do Trio Xamego lá? Até o Dió chorava!). O Calaf era o ponto de encontro dos forrozeiros pra começar a semana no pique do forró.
Em 2008, Flávio Rubens, Chico Gorman e André assumiram o forró do Calaf com o projeto Casa de Reboco (que já existia há um tempo também, mas era independente). Os meninos suavam a camisa pra conseguir chamar o público pra apreciar ótimas atrações, escolhidas a dedo. Por exemplo, eles foram os primeiros a trazer o Trio Maracaia para Brasília, antes do festival de Itaúnas (na época do Parque da Cidade)! Só que nem sempre o público correspondia em quantidade...
Mas, mesmo muito bom, o forró no Calaf chegou ao fim. Todo o esforço do pessoal que trabalhou nele tanto tempo não foi em vão, claro. Eles contribuíram muito para a concretização do forró em Brasília. Todos estão de parabéns!
Graças a Deus, o projeto Casa de Reboco continua vivo. Deve nos trazer novidades em breve, mas não será nada fixo, batendo ponto. E tudo bem ser assim, porque continua sendo forró do bom do mesmo jeito...
Enfim, a despedida é nesta quarta, com o Raízes do Sertão e o Quarteto Zabumbada, ambos do DF, a partir de 21h. Quem puder, não perca! Levem minhas boas energias aos meninos!
Serviço:
18 de Março de 2009 - Raízes do Sertão, Quarteto Zabumbada e convidados. A partir das 21 horas.
Até 22 h é R$ 5 pra todo mundo
Depois das 22h, R$ 8 Elas / R$ 13 Eles
Promoção: Envie um email para cortesiadacasa@gmail.com e ganhe descontos na entrada.
O Forró da Casa de Reboco acontece toda quarta-feira no Bar do Calaf que fica no Setor Bancário Sul Q.01 Edf Empire Center.
C.I.: 18 anos.
Mais informações: 7814-0111 / 8149-8189 / 8447-4364 - casadereboco@gmail.com
quarta-feira, 11 de março de 2009
Lançamento do site Balalaica
Neste sábado (14/03), a banda Balalaica lança seu site oficial, lógico, com forró e convidados especiais: Forró Lunar e DJ Lêu!
O lançamento será no Di Girotto (Epia, entre o Carrefour e o Casa Park) e a entrada custa R$ 10 para homens e R$ 5 para mulheres. Informações: 9686-7868.
O site dos meninos é o www.balalaica.com.br e já está no ar.
O lançamento será no Di Girotto (Epia, entre o Carrefour e o Casa Park) e a entrada custa R$ 10 para homens e R$ 5 para mulheres. Informações: 9686-7868.
O site dos meninos é o www.balalaica.com.br e já está no ar.
Tem forrozeiro novo na área...
Quem observou bem, percebeu que agora existe entre nós, forrozeiros de Brasília, uma carinha conhecida de festivais de forró por aí, um zabumbeiro, cantor e trianglista dos bons que veio lá da Bahia para trabalhar aqui.
A chegada dele foi quase às escondidas, mas eu não poderia deixar de registrar a presença do Reginho nos forrós da cidade. Ele era do trio Os 3 Matutos, de Salvador, que foi considerado o trio revelação do Festival de Itaúnas de 2007. Ele também participou do Fenfit em 2008, acompanhando o Jó Miranda.
Reginho veio a Brasília - pasmem - para exercer a profissão de fisioterapeuta e deixou de lado a carreira no forró (por enquanto). Ele é bem tímido e ainda está meio deslocado. Mal sabe ele que o povo daqui, além de gostar demais de forró, é super hospitaleiro e vai recebê-lo muito bem, certo?
Reginho, seja bem-vindo e conte sempre conosco!
A chegada dele foi quase às escondidas, mas eu não poderia deixar de registrar a presença do Reginho nos forrós da cidade. Ele era do trio Os 3 Matutos, de Salvador, que foi considerado o trio revelação do Festival de Itaúnas de 2007. Ele também participou do Fenfit em 2008, acompanhando o Jó Miranda.
Reginho veio a Brasília - pasmem - para exercer a profissão de fisioterapeuta e deixou de lado a carreira no forró (por enquanto). Ele é bem tímido e ainda está meio deslocado. Mal sabe ele que o povo daqui, além de gostar demais de forró, é super hospitaleiro e vai recebê-lo muito bem, certo?
Reginho, seja bem-vindo e conte sempre conosco!
Tem trio novo pintando no cenário forrozeiro...
A notícia veio do amigo Erivaldinho, quando esteve em Brasília, na semana passada, com o Mestre Zinho.
O grupo vai se chamar Forrobodó e terá componentes de elite: Erivaldinho na sanfona, Vinicinho (dos 4 Mensageiros) na zabumba e Luiz Feijoli (ex-Trio Classe A) no triângulo. Todos serão vocalistas.
A promessa é de muito profissionalismo e uma divulgação pesada em breve. O repertório será diferenciado, com mistura de músicas bem conhecidas, outras que estão guardadas no fundo do baú e mais algumas de autoria do trio. Eles até já têm alguns shows marcados por aí e já adiantaram que não querem deixar Brasília de fora dessa...
Os forrozeiros de todo o país agradecem o presente! Quanto mais forró, melhor!
CURIOSIDADE
Você sabe o que quer dizer "forrobodó"?
"O folclorista Luís da Câmara Cascudo, em seu Dicionário do Folclore Brasileiro (2001), definiu o verbete forró como sendo descendente da expressão forrobodó, vinda da linguagem africana. O termo designava festas animadas populares; no caso do Nordeste, as animadas por sanfona (ou acordeon). As músicas lá tocadas eram o xaxado, o xote, o coco, entre outros. Com o tempo, a palavra forrobodó foi abreviada para forró e passou a nomear o estilo musical que se tocava nessas festas como um todo." (texto contido na memória escrita do meu projeto final - qualquer dia coloco mais coisas de lá aqui)
O grupo vai se chamar Forrobodó e terá componentes de elite: Erivaldinho na sanfona, Vinicinho (dos 4 Mensageiros) na zabumba e Luiz Feijoli (ex-Trio Classe A) no triângulo. Todos serão vocalistas.
A promessa é de muito profissionalismo e uma divulgação pesada em breve. O repertório será diferenciado, com mistura de músicas bem conhecidas, outras que estão guardadas no fundo do baú e mais algumas de autoria do trio. Eles até já têm alguns shows marcados por aí e já adiantaram que não querem deixar Brasília de fora dessa...
Os forrozeiros de todo o país agradecem o presente! Quanto mais forró, melhor!
CURIOSIDADE
Você sabe o que quer dizer "forrobodó"?
"O folclorista Luís da Câmara Cascudo, em seu Dicionário do Folclore Brasileiro (2001), definiu o verbete forró como sendo descendente da expressão forrobodó, vinda da linguagem africana. O termo designava festas animadas populares; no caso do Nordeste, as animadas por sanfona (ou acordeon). As músicas lá tocadas eram o xaxado, o xote, o coco, entre outros. Com o tempo, a palavra forrobodó foi abreviada para forró e passou a nomear o estilo musical que se tocava nessas festas como um todo." (texto contido na memória escrita do meu projeto final - qualquer dia coloco mais coisas de lá aqui)
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